quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

é que eu te queria ali, nas minhas fotografias

e,
sob a poeira de estrelas-cadentes,
eu só pedia pra em algum intervalo de espaço e de tempo
poder sentir aquela felicidade com você.


e continuo me perguntando qual seria a sua cor preferida.

Um comentário:

Rossana Fernandes disse...

A dor que quase consigo ver (com os olhos, por que com o coração, eu vejo até demais), é uma dor que me faz lembrar quem eu era, quem eu sou quando estou só. Ou seja, quando estou em busca de algo que nem eu mesma sei o que é.
Me reconheço. Mas o engraçado, é que me reconheço como sendo em um passado distante. Não me reconheço como um presente. E quer saber? Dou graças por isso.
Espero que a sua dor (se ela for sua mesmo e não uma dor poética, que é linda e construtiva. Mas a dor de amor tb não é construtiva? É sim!), serene, passe ou seja aplacada pelo amor, qualquer forma dele, que você procura)
Bjs