sábado, 26 de dezembro de 2009

sobre o tempo




Passada a noite de natal, resta aceitarmos que Papai Noel não mais existe e buscar nossa felicidade nas pequenas coisas, mesmo.

2009 foi o ano de correr atrás dos sonhos. Nem sempre os sonhos estão ali, prestes a serem realizados. O que mais causa frustração na nossa vida talvez seja essa expectativa de que a felicidade esteja logo ali esquina, esperando pra ser vivida.

Muitas vezes, correr atrás dos sonhos são simples sementinhas que plantamos.

E 2010, logo ali, atrás da porta, com toda essa prometida felicidade, latente, ansioso espera.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

ho ho ho


É fato que essa época do ano mexe com os hormônios da gente... fica todo mundo meio de TPM, saudoso, questionador, sentimental.

Que esse natal sirva então pra você perceber que ainda pode ser uma pessoa um pouquinho melhor com o próximo e com você mesmo.

Que reflita se não há mesmo nada que você possa fazer para tornar o mundo um lugar mais harmonioso de se viver. E, se não puder mudar o mundo, veja se não há algo que você possa fazer para mudar a vida de uma pessoa que seja.

Que você entenda o quão desimportante é o TER perto daquilo que você pode SER. Ao pó retornaremos, meu bem.

Que você perca o bloqueio e faça aquela pessoa próxima se saber amada. Muitas vezes ela está só precisando ter certeza do seu amor.

E que você se cobre menos. you´re doing a great job.

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É impressionante como os natais pareciam melhores quando éramos crianças e, mais do que um caminhão de presentes, o que ganhávamos mesmo era a certeza de que aquilo duraria para sempre.

Que você, assim como eu, entenda que aqueles que já se foram ainda brilham, pelo menos hoje, dentro de nós. e que felicidade termos compartilhado uma mesma época com pessoas tão especiais. ainda que por menos tempo do que gostaríamos, ainda que, hoje mais do que nunca, a saudade doa.



E que esse carinho de papai noel não vá nunca embora do meu abraço.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

menage


minha cunhada é tão boazinha e legal e divertida e engraçada e fez uma homenagem tão bonita pra mim AQUI que resolvi estar comentando que ela é bonitinha e boa pessoa, olha só:



mas não muito boa da cabeça, coitadinha. vejam o texto que ela esteve deixando no word aberto do meu computador. acho que ela tá com muita coisa na cabeça e deve estar precisando de umas férias.

Jornalismo – eles não tem como ver

Romeu – arquivo

2182 3145

A equipe do Metropolis saiu de ferias

2 peixe

5 de carne

6 de frango

1 coca

1 guarana diet antartica

Sal

Talher

Nota fiscal


Prato descartavel

lacybarca@tvbrasil.org.br

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ok, era só isso. grazie mille.

domingo, 20 de dezembro de 2009

momentos


Da série "momentos que o nosso trabalho nos proporciona". De repente eu me dei conta de que estava a 3m do meu ídolo-mor. Trabalho fuindo. o set montado. O resultando ficando bom. Equipe se divertindo.



restava respirar fundo e ouvi-lo recitar um dos poemas mais bonitos já feitos:


Conta a lenda que dormia
uma Princesa encantada
a quem só despertaria
um Infante, que viria
de além do muro da estrada.

Ele tinha que, tentado,
vencer o mal e o bem,
antes que, já libertado,
deixasse o caminho errado
por o que à Princesa vem.

A Princesa Adormecida,
se espera, dormindo espera,
sonha em morte a sua vida,
e orna-lhe a fronte esquecida,
verde, uma grinalda de hera.

Longe o Infante, esforçado,
sem saber que intuito tem,
rompe o caminho fadado,
ele dela é ignorado,
ela para ele é ninguém.

Mas cada um cumpre o Destino
ela dormindo encantada,
ele buscando-a sem tino
pelo processo divino
que faz existir a estrada.

E, se bem que seja obscuro
tudo pela estrada fora,
e falso, ele vem seguro,
e vencendo estrada e muro,
chega onde em sono ela mora,

E, inda tonto do que houvera,
a cabeça, em maresia,
ergue a mão, e encontra hera,
e vê que ele mesmo era
a Princesa que dormia.

Fernando Pessoa

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Obrigada. E que nunca nos deixemos brutalizar.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

surpresa boa


Ou "do tempo em que eu acreditava mais nas coisas e nas pessoas". Recebi essa foto hoje e me impressionei com a simplicidade do meu olhar. Eu estava feliz. Simples assim.



O ano era 2000, acho. Fazíamos um projeto junto ao MST na faculdade... E essas crianças moravam no acampamento Oziel Alves, em Campos. Eu fiquei pouco tempo envolvida de fato, mas foram momentos muito importantes pra mim.

Acho que foram os últimos anos em que eu de fato acreditava em grandes movimentos sociais, em mudar as coisas e as pessoas através da conscientização da massa. O discurso era lindo, mas fazíamos pouco, porque é difícil mesmo fazer muito.

E que as grandes mudanças só acontecem quando tivermos com tudo pronto pra elas.

A partir de então eu fui percebendo que a transformação é um trabalho de formiguinha, de fazer a sua parte com ações bacanas que deixem o planeta e a vida dos que aqui vivem um pouquinho melhor dia após dia. Aprendi, principalmente, que antes de sair por aí pra mudar o mundo deveríamos olhar com atenção pra todos os cantinhos da nossa própria casa. Depois, a calçada em frente a ela.

E foi aí que eu resolvi que ia mudar a mim mesma. Acho que estou fazendo um bom trabalho.

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Que caminhos teriam levado esses rostinhos da foto?

pára tudo...


... que eu quero ele pra mim:

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

sobre os albergues


atendendo a pedidos, seguem alguns comentários sobre os albergues escolhidos dessa vez.

eu já tinha me hospedado no irmão pobre, o Alessandro Downtown, na outra vez. o Palace era um pouco mais caro, um pouco mais longe. acabei descobrindo que ele é bem melhor do que o outro. os quartos são mais limpos, mais confortáveis, tem banheiro. a pizza party rola toda noite mas acaba sendo uma aventura você conseguir pegar um pedaço de pizza. o bar é divertido e sempre um bom local para conhecer mochileiros. 30 minutos de internet grátis por dia, 1 Euro por hora a partir disso. wireless nos quartos.

Joans Heritage, Taormina
um dos locais de mais bom gosto que ficamos. a dona, Patricia, é uma fofa, fala inglês fluente e nos fez um preço super justo. localização "na cara do gol". banheiro limpíssimo. café da manhã OK. se tivesse frutas seria o melhor albergue do mundo.


meio sujo. barato. staff super gente boa. a primeira impressão é péssima, fica ao lado da estação de trem de uma das cidades mais caóticas do mundo. com o passar do tempo foi se configurando como bacana porque era bem localizado. a cidade é bizarra mesmo, não acho que o viajante consegue coisa melhor pagando pouco. vale a pena pagar um pouquinho a mais e ficar num quatro privado. internet grátis nas áreas públicas.

Hostel Archi Rossi, Florença
descobrimos super por acaso. era perto da estação, tinha vaga, era menos de 20 Euros. chegando lá descobrimos um albergue super maneiro, muito bem localizado, com uma área verde interna e melhor: com café e jantar incluídos! as 2 refeições meio mais ou menos, meio gordurosas, mas super OK. vale super a pena. paredes todas rabiscadas pelos hóspedes, dando um ar informal e simpático ao local. bom local pra conhecer pessoas. internet grátis e wireless nos quartos.



Unity Hostel, Budapeste
muito bem localizado, barato, de bom gosto. não é bom para conhecer pessoas, pelo menos quando fui, porque estava meio vazio. cheio de regras, mas todas OK pra mim. staff super gente boa. banheiro no corredor. decoração bonitinha. simples e muito bom.



Alessandro Downtown, Roma
resolvemos economizar um pouco e ficar no primo pobre do Alessandro. vale muito a pena financeiramente, mas é bem menos legal. banheiro sujo e o bar faz falta. por outro lado, tem uma cozinha pública e rola uma interação bacana na hora do jantar. tem uma free pasta durante a semana.

St. Christopher, Paris
vale muito a pena. um pouco longe das principais atrações de Paris, mas pertinho do metrô Crimeé. super profissional o tratamento. tem elevador, boate, bar enorme. café da manhã bom. internet grátis wireless no bar. banheiro sempre limpo. a vantagem de se hospedar num albergue grande assim é que você paga por um serviço e ele é bem prestado. tem a desvantagem de ser meio impessoal e você dificilmente conhecerá pessoas que não estejam no seu quarto. mas o saldo é super positivo.


nas outras cidades eu me hospedei na casa de amigos. é sempre bom pra dar uma descansada. mas eu sou uma entusiasta do albergue; você conhece pessoas, tem liberdade, não precisa comprar coisinhas pra agradar o anfitrião (sejamos honestos), tem a caminha arrumada e ainda se diverte.

pensamento do dia, recorrente.

"voltar é uma ilusão. estamos sempre indo"

teste


preciso estar confessanding que adoro testes de revista. cresci tentando descobrir se o gatinho era um príncipe ou um sapo, que tipo de princesa eu era, se eu era fácil ou difícil, se eu era uma amiga confiável e por aí vai.

tão fácil transferir a responsabilidade pela sua felicidade pra uma folha de papel...

mas, enfim, navegando por aí, descobri
esse teste aqui na superinteressante. achei digno. quem quiser estar me analisando, segue o meu resultado abaixo.


Dodô - 500 dias de verão.

pausa para divulgação da excelente reflexão do Dodô sobre o Rio, publicada na Revista O Globo de 06.12.2009.

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500 dias de Verão

A tradução literal do título do filme “500 Dias com Ela” seria “500 Dias de Verão”. A mensagem do filme “500 dias de Verão” é que nessa vida tudo passa. Para o carioca não. O carioca vive 500 dias de verão. A diferença é que, quando chega a estação propriamente dita, tudo passa mais rápido, tudo fica mais ofegante, abafado, feliz, a vírgula substitui o ponto, o ponto substitui o parágrafo e, no caso deste texto, papel e lápis substituem o notebook, que esquenta demais para ficar no colo nesta noite de 30 graus, para ser suporte de ideias de uma cabeça quente e desorganizada pronta para um choque de ordem, porque no verão tudo precisa de um choque de ordem, seja flertes que querem virar romances, seja o que fazer com o décimo-terceiro, ou com o coração em final de campeonato brasileiro, com o fígado em véspera de carnaval, com as resoluções de Ano Novo, pois tudo no verão oficial passa desorganizadamente como um bloco de sujos numa quarta-feira de cinzas, e quando o prefeito nos chama de bloco de sujos, nós tocamos o bumbo solitário de quem paga imposto mas fica sem luz no Leblon, sem luz na Tijuca, e exigimos em troca um choque de ordem nas instituições que são sustentadas por nós, mas esquecemos os nós que somos nós, e o quanto sós estamos nós, que desatar e reunir faria do nosso verão uma estação ainda melhor, ainda que um verão carioca organizado não seja, convenhamos, verão carioca de verdade, e que talvez o próprio carioca, se chocado e ordenado, seja menos carioca, e isso é lindo e péssimo, porque o calor que inspira os compositores de marchinhas é o mesmo que queima as obras de Helio Oiticica, que nos faz procurar as comfort parties, festas caras no meio da semana, sem filas e sem pegação, mas que nos deixa sem paciência para fazer coleta seletiva do lixo ou tomar conta da água parada nos vasos de plantas, o que esconde uma ainda mais grave visão superficial do que seja meio ambiente, como tenho discutido com meus alunos de Ensino Fundamental e Médio, quando fazemos uma limpeza geral na sala de aula antes da aula começar, porque a sala de aula é um ambiente a ser respeitado, e que temos que ter uma melhor relação ambiental com esses ambientes pouco lembrados, a sala de aula, a rua onde se mora, o bairro onde se vive, a praia que se frequenta, o ônibus da segunda-feira, o outro, sim, o outro consiste em um ambiente a ser cuidado com doçura e respeito e, principalmente, a si próprio, esse ambiente esquecido, a mente, a saúde do corpo, a pele da mocinha que neste momento dorme ao meu lado, com um poema do Leminski tatuado nas costas, “A noite me pinga uma estrela no olho e passa”, que de vez em quando vai a academia para manter-se bela, e lê Ana Cristina Cesar na varanda para ocupar a mente, ou o pelo, sem circunflexo, abre parênteses, a Língua é o ambiente que mais sofre com o impacto das ações do homem, fecha parênteses, pelo da gata vira lata que dorme de barriga pra cima no pé da cama e agradece o calor, pois gatos gostam de calor e são exemplarmente organizados, e por isso cariocas deveriam ser as tais gatas extraordinárias que andam no meio onde fluem, e que evoluem e que incluem a todos, simples assim, então nosso prefeito, satisfeito, poderia ocupar-se de impor choque de ordem em outras áreas urgentes, e então haveria o equilíbrio entre os bons selvagens cariocas que somos e os cidadãos de Estocolmo que pretendem que sejamos, então haveria afinal equilíbrio ambiental, o altinho liberado na beira da praia, a pipa dibicando no alto do morro da Mangueira imortalizando Oiticica, a piscina de plástico na laje de casa, o pisca-pisca sincretista das luzes de natal misturadas ao neon dos inferninhos de Copa, os blocos de sujos, esses nós do verão, e nós no verão.

domingo, 6 de dezembro de 2009

pra enfeitar o dia


Domingo.
Tentando entender qual é exatamente o plano de ação entre HOJE e o resto da minha vida.



Trilha sonora:

"Então, vem cá me dá a sua língua
Então vem, eu quero abraçar você
Seu poder vem do sol
Minha medida
Meu bem, vamos viver a vida
Então vem, senão eu vou perder quem sou
Vou querer me mudar para uma life on mars"


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Mais um daqueles posts só pra colocar a foto bonita.

sábado, 5 de dezembro de 2009

pelos campos elíseos


é impressionante o quanto eu me identifico com Paris. adoro a beleza da cidade. adoro isso de tanto fazer você virar pra direita ou pra esquerda, já que em qualquer enquadramento o resultado final fica LINDO.

adoro os bistrôs. as comidas. as bebidas. os parques. as varandinhas. as lojinhas. a torre. os museus.

falando em museus: ninguém merece a pessoa passar poucos dias em Paris e os museus entrarem em greve. exatamente: os funcionários da cultura da cidade-luz se rebelaram contra as instituições. reclamam de preços altos de ingresso contra baixos salários. ok, é pertinente, os trabalhadores têm direito à greve, mas... ô momento inoportuno pra esses fdp resolverem querer conscientizar a sociedade, hein?!

mas relaxei; já conheço Paris, já fui a todos os museus que me interessavam na primeira vez em que estive aqui... só que não vamos estar visitando museus parisienses em 2009. e tenho dito.

na porta do Louvre vimos uma exposição sensacional de fotos chamada "Retratos-auto retratos". simplesmente o cara (um gênio) viajou o mundo inteiro fotografando as crianças de cada lugar. e a cada foto ele pedia pra criança fazer um desenho dela mesma. depois ele imprimiu as fotos junto com cada desenho. o resultado é genial e o mais interessante é você perceber as diferenças e semelhanças entre os desenhos de cada país. ficamos lá horas e horas e depois descobri que o livro estava sendo vendido numa livraria ali do lado. corri a tempo de adquirir o último por 29 Euros, o $ mais bem gasto dos últimos tempos.




e já que não tem museu, vamos aproveitar a beleza da cidade flanando. andamos, andamos, andamos. andamos tanto que andamos até de roda gigante na Place de la Concorde. 10 Euros. cara. mas legalzinha, principalmente por poder ver o sol se por em rosa lá de cima exatamente atrás da torre eiffel.



depois pegamos o champs elyseés com decoração de natal... lindíssimo, e ainda tinha uma feirinha de produtos típicos. peguei um vin chaud, o tal vinho quente que adoro e pelo visto sai que nem água na europa, e fiz o nosso esporte europeu: andei, andei, andei. haja sola de all star.

ai, ai. Paris não me deprime (piada interna).

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

just another day


Começamos o dia com as Galleries Lafayette. Porque a vida é muito curta pra ser disperdiçada com vinho barato, sabe?

Aliás, esses primeiros dias em Paris tem sido ANDAR, ANDAR e ANDAR. É a cidade mais linda do mundo, então... Contemplemos-na! Imprimindo chiqueza nas oropa tudo.



(Ai como eu falo difícil...)

Ficamos andando ali pelos Boulevardes durante um tempão. Uma delícia. Pára um pouquinho, entra um pouquinho, olha um pouquinho.

- Olha essa lojinha de temperos!
- Meu deus! olha aquela queijaria!
- Vamos ali RAPIDINHO naquela livraria só ver uma paradinha rapidinho, eu prometo (hum... sei....)
- OLHA ESSE COGUMELO!!!!!!!!!!!!!


Não adianta, esse é nosso esporte preferido.

Depois resolvemos subir até Montmarte pra ver a cidade de cima (não sem antes fazer a foto paraíba em frente ao Moulin Rouge). Uma chuvinha fiiiiiiiiiiiina na cabeça... Mas ok, turista é isso aí, cheio de espírito aventureiro. Chegamos lá em cima e... sur-pre-sa! não dava pra ver quase nada. Pouco da cidade, nada da Torre Eiffel. Ficamos meio putos até que olhamos pro lado e a torre SE ACENDEU pra nós, toda oferecida. que emoção!!! acho que a gente sempre volta meio a ser criança na Europa.

Saímos de lá e resolvemos pegar um metrô até o albergue. Que beleza, era hora do rush. impossível entrar no metrô. Deixamos 2 passarem até termos coragem de encarar o vagão lotaaaaaaado.

Voltamos pro hostel e ficamos batendo papo com um australiano e um turco que chegaram no nosso quarto. Definitivamente essa é a parte mais legal de uma viagem internacional.

E volta à minha cabeça a frase-tema da viagem: "don´t travel to scape life; travel so life doesn´t scape you".

Bonsoir, então.

ne me quite pas.


Paris.

Ai... eu amo Paris. faz 2 dias que estou aqui e devo confessar que me identifico completamente com essa coisa chique despojada da cidade.

Chegamos num dia chuvoso e fazia 15 graus. A cidade cinza, pessoas apressadas no metrô. cigarros. Boulangeries. Paris tem cheiro de pão quentinho. No caso, un baguette.

Chegamos ao Hostel St. Cristopher. Deixamos a mala no locker e fomos curtir a cidade, afinal, estamos em Paris.

Direto à Torre Eiffel. E é sempre impressionante. Muito legal rever a dama de ferro, imponente e linda num dia tão frio. Depois andamos, andamos, andamos. Nada como flanar em Paris: O Quartier Latin, as ilhas, notre dame... Acho que nasci pra isso.

Voltamos pro albergue exaustos e ficamos resolvendo coisinhas na internet até capotar na cama.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

arrivederci Roma! agora por um bom tempo...




(foto "cara de babaca em Roma")

voltamos a Roma, cidade que eu aprendi a gostar. passamos 2 dias legais, revendo locais que mais gostamos. Basílica, Vaticano, Trastevere (pouquinho, queria ter ido mais) e arredores da Piazza Navona.

alugamos bicicletas ao lado do metrô Spagna por 10 Euros a diária. talvez tenha sido a coisa mais inteligente de toda a viagem. foi UMA DELÍCIA dar um rolezão no domingo, dia em que várias ruas ficam fechadas. estava já com saudades de fazer exercícios diferentes de "gastar sola do All Star".




incrível. agora... Paris.

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PS: é bom deixar reSIStrado aqui que sim, eu tenho várias roupas, mas estou aparecendo em todas as fotos com uma roupa só porque estou fazendo PROPAGANDA da loja da amiga. aliás, que está de site novo, lindo.

grazie mille.