sábado, 25 de dezembro de 2010

novas descobertas


ando em busca de blogs amigos, de leituras diárias que sejam interessantes pra mim e pra vocês. e, nessas minhas idas e vindas, tenho descoberto coisas ótimas por aqui.

vou estar indicando então dois blogs de culinária. ambos já foram aqui pro lado, pra listinha dos mais queridos e que leio praticamente todo dia.

são eles:

La Cucinetta, imbatível, cheio de dicas boas e receitas imperdíveis

e

Manual da Dona de Casa, com questões mais domésticas, mas igualmente importantes.

fica a dica, então.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

um post pra ninguém entender


Eu tenho um segredo com a minha irmã. uma coisa que ninguém entende, só a gente. Quer dizer: Muita gente também sente isso que eu tenho com ela. Mas só a gente entende o amor INCONDICIONAL que a gente sente pelo Rodrigo Santoro.

Já falamos sobre isso AQUI. tá, vai lá: muita gente acha o Rodrigo Santoro gato. Mas não é isso. gato, gato, o Kelly Slater também é. Mas quando eu conheci o Kelly Slater (foi, eu conheci o Kelly Slater, desculpa por isso) eu achava ele bonito, muito bonito, mas só. Uma coisa plástica. Ele é matematicamente perfeito, mas falta algo, sabe? Falta um je ne sais quoi, sabe? Uma mistura de malandragem com pó de pirlimpimpim. E isso o Rodrigo tem.

Só a minha irmã entende. Eu sei. Porque não é VONTADE DE PEGAR. O sentimento pelo príncipe encantado nunca é algo tangível. Ele não pode ser real porque o que nos cativa é justamente essa busca; É a capacidade de acreditar no amor platônico, é se apaixonar pela possibilidade de um dia ser feliz pra sempre, por esse sentimento arrebatador desse vídeo, a propósito, o preferido meu e da minha irmã.




Sabe?

::

A novela era Mulheres Apaixonadas. os personagens eram primos e se amavam desde sempre numa relação louca de idas e vindas. Na vida real, Rodrigo começava a rodar As Panteras nos EUA e, por isso, não ia poder terminar a novela. A arte imita a vida e o amor deles ia acabar assim, do nada, pra sempre suspenso no ar. Tentaram levar a Camila Pitanga pra gravar lá, não deu, e o mistério ficou. O que seria daquele casal?

Aí que o Rodrigo voltou, e eu prefiro há anos acreditar que rodaram essa cena no mesmo dia, pegando de surpresa, total, as mulheres que, assim como eu, vivem justamente em busca dessa falta de ar.

Porque, afinal, já diria Maria Elena, amiga da Vicky e da Cristina: “Só o amor não realizado pode ser romântico”.

eu queria mergulhar num balde de Pimm´s




sabe quando tudo o que você quer é não fazer mais nada, deitar numa rede na sombra e esperar o ano novo chegar?

então. eu queria fazer tudo isso tendo na mão um copo de Pimm´s.

o que??? não conhece? nossa. você não sabe o que está perdendo.

Recipe for Traditional Pimm's No 1

Take a jug or glass and fill it with ice, mix one part Pimm’s No. 1 with 3 parts chilled lemonade, add some mint, cucumber, orange and strawberry.

::

beijomechamaprasuacasanapraiaqueeulevoomeupimm´s.


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

amor à primeira vista



ela chegou. a coisa mais fofa, pelo visto.

Valentina. a mãe dela, minha melhor amiga desde sempre, malandrona, roubou o nome que eu tinha escolhido pra ser meu. era meu, fato; eu escolhi BEM ANTES, como vocês podem ver AQUI. mas tudo bem. é só olhar essa carinha fofa que tudo faz sentido: a Valentina era pra ser dela, pelo visto.

ai, ai. delícia. não vejo a hora de apertar muito. praticamente uma elefantíase bochechal.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

atendendo a pedidos



já que oscolegatudo ficaram meio incomodados com a foto da obesidade sovacal, atendendo a pedidos eu escrevo qualquer coisa que esteja passando pela minha cabeça só pra colegagem não ser obrigada a ficar encarando aquela coisa charmosa na tela do computador.

lanço então uma dúvida que nunca sai da ponta da minha língua: acho que, no fundo, o mundo talvez se divida entre pessoas que partem do princípio de que todo mundo é essencialmente mau e pessoas que partem do princípio de que as pessoas são essencialmente boas, até que se prove o contrário.


não?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

sobre a obesidade sovacal


Já tinha me divertido muito aqui quando meu amigo Ganso levantou a questão do clareamento sovacal.

Mas nada como começar o dia no transporte público do Rio de Janeiro para que um pensamento não me saia da cabeça: O de que sovaco é (ou deveria ser) uma coisa muito pessoal.

Ninguém merece você, toda limpa e cheirosa, começar o seu dia de sol com uma subaca se esfregando na sua cara. Talvez nem todo mundo entenda a sensação, mas, sabe como é, a pessoa aqui tem 160 centímetros, ficando exatamente na altura do sovaco da maioria da colegagem metrozal. E aí, no sacolejo Catete-Botafogo, só me resta prender a respiração e me perguntar por que, oh Deus, brasileiro tem essa maldita mania de achar incrível aquele modelito mamãe-sou-forte, deixando em evidência aquela protuberância sovacal. Gente! Sovaco era pra ser uma coisa muito íntima... Isso de ficar "colocando o sovaco pra jogo" não é legal, ok?

Me incomodam os pêlos sovacais, que, cá pra nós, deveriam ficar guardados dentro da manga, mas enfim, se o calor estiver insuportável, o amiguinho poderia não levantar o braço na minha cara, obrigada. Mas, mais do que isso, chegou a hora da verdade: Não tem coisa mais feia do que a obesidade sovacal. Sabe? Não?


Obesidade sovacal é quando o amiguinho, além de expôr o sovaco, expõe um sovaco que não prima pela beleza e elegância. Não tem nada a ver com a pessoa ser gorda no resto do corpo: Vira e mexe vejo (e morro de pena de) uma magrinha cujo sovaco é côncavo, protuberante, "inchadinho". E eu sempre pensei que o que era bonito era pra ser visto, mas, sinceramente, se uma parte do seu corpo não imprime beleza, por que o serumano CISMA em ficar mostrando pra mim? Nãaaaaaaaaaaaao!

A obesidade sovacal é genética e o sujeito não tem muito o que fazer, então talvez eu vá pro inferno, eu sei. Mas proponho aqui um brinde à elegância sovacal, aquela que determina que, se não tá bonito, se tá cabeludo, se tá por fazer, por favor, guarde seu sovaco só para você.

E três vivas à elegância sovacal!


Viva!
Viva!
Viva!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

da série: coisas que eu odeio em você II


Continuando a linha "coisas que odeio em você", estava ontem conversando com uma amiga sobre qual a coisa que eu mais odeio fazer na minha vida.

E aí pensei, pensei... E cheguei à conclusão de esse assunto dá pano pra manga. Porque eu odeio muitas coisas, afinal.

É. Não é uma frase bonita de se escrever. Preciso trabalhar isso em mim.

Mas, digamos, existem várias coisas que me incomodam. Que, se eu pudesse, eu não faria nunca mais.

Se eu ganhasse na megasena, por exemplo, eu NUNCA MAIS ia pegar uma autorização de imagem na minha vida. Não sei se todo mundo vai entender o sentimento ou se é um ódio que só os produtores entendem. Mas imaginem assim: Nunca mais na vida eu ia querer abordar uma pessoa desconhecida na rua pra pedir um favor. Entende? não?


Imagina se o seu trabalho tivesse um lado glamuroso, mas que, para chegar ao glamour, você precisasse passar por momentos de implorar para que pessoas que você não conhece te façam um favor que é fundamental para o sucesso desse seu trabalho. De graça, provavelmente. Pode ser "dar um depoimento para um programa SUUUUPEER LEGAL", "parar a obra rapidinho porque a gente está gravando aqui do lado" ou "chegar um pouquinho pra lá, porque, como você está vendo, a gente está filmando... E você está atrapalhando".

Nesses momentos você se dá conta de que é pago para incomodar as pessoas. Tipo o moço da pamonha, a crente que tenta te convencer a entrar pra Universal, a jovenzinha do cartão C&A... E você.

É. A gente é legal, mas a gente incomoda. Ou você achava que o trabalho era só dar uma pinta em coquetéis de lançamento? Rá.

E aí resolvi postar um videozinho pra vocês ficarem com pena de mim. Pra quem não entendeu, o objetivo da encenação é mostrar pra entrevistada em potencial, de pé ao meu lado, que o que eu estou pedindo é fácil e legal. Até parece.

Deus, se liga. Já deu.

grata.

video


mais mais


cada dia que passa eu penso que essa música aqui é pra mim a mais mais.

o tanto que ela me toca, me incomoda, me faz sorrir.

música pra mim é letra e ponto final.





::

é favor observar o sorrisinho do Rodrigo Amarante no 3:00. grata.