domingo, 29 de maio de 2011

a [eterna] busca por um sentido nisso tudo


Eu já achava esse projeto sensacional desde o primeiro video que assisti, há um mês atrás, o "felicidade". Me apaixonei pela simplicidade da idéia (genial, genial!), pelo respeito às diferenças, pela riqueza de um projeto tão audacioso e tão plural. Um daqueles projetos que a gente se dói por não ter feito. Rico, lindo. Porque somos, definitivamente, 6 bilhões de outros.

E, nessa manhã fria de domingo, ser acariciada por essas novas palavras só me fez ter certeza de que esse é mesmo o caminho. E espero poder acreditar cada vez mais que viver é uma benção, que partilhar momentos "mágicos" com pessoas tão especiais só pode mesmo ser uma dádiva e que se existe uma obrigação é a da gente ser feliz nessa vida. Porque essa busca, definitivamente, é o sentido da minha.

Permita-se fechar a cortina e a porta. Esse vídeo precisa ser assistido. E que sejam os melhores e mais bonitos 24 minutos dos últimos tempos. E tomara que que, um dia, passadas as lágrimas e as gargalhadas, tudo isso faça algum sentido.


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"E tem o seguinte, meus senhores: não vamos enlouquecer, nem nos matar, nem desistir. Pelo contrario: Vamos ficar ótimos e incomodar bastante ainda" [Caio F.]

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Ou ainda: "It´s [definetely] just to love and be loved in return".

domingo, 22 de maio de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

sábio poetinha


"Quem de dentro de si não sai / vai morrer sem amar ninguém"


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Ou "talvez eu seja simplesmente do tipo que não acredita que colocar o bode na sala seja uma boa solução".


segunda-feira, 16 de maio de 2011

(...)²




"A gente ria tanto
desses nossos desencontros
mas você passou do ponto
e agora eu já não sei mais..."

domingo, 15 de maio de 2011

segunda-feira, 9 de maio de 2011

além do que se vê


Não era amor.

Ela gostava mais do que tudo daquele moço de cima do palco; ouvia ele cantar aquelas palavras tão lindas e tão feitas pra ela que não entendia como tudo aquilo podia sair de uma boca tão desengonçada, tão feia, tão camisa-xadrez-velha-não-querendo- que-a-PUC-vá-embora. O moço barbudo de cima do palco fazia ela feliz como poucos, mas aquilo não era amor. Amor era o que ela sentia por aquele outro menino, cantando, sorrindo e lindo, ali do lado dela.

Não era amor, mas era uma coisa tão forte que ela sentia pulsar nela por dentro. Uma coisa de não deixar ela parar de sorrir e do olho brilhar; talvez ajudada pelo álcool, talvez até por outra coisa que o moço do palco nem desconfiava.

Ela só sabia que, no intervalo daquela música, parecia sentir cada um daqueles acordes tocando tão forte dentro daquele coração cansado. E então nada mais importava. Ali, naquele dia, naquele show, ela só conseguia sorrir, sentir o tempo parar e pensar que ela devia ser mesmo a menina mais feliz do mundo, aquela que estava no momento certo, no lugar certo, ouvindo cantar aquele que há anos fazia a perna dela tremer num misto de alegria, agonia e êxtase. Por esse não era amor, mas era tudo o que ela precisava.


E era por isso, sem saber se ela chorava ou se ria, que ela se revirava inteira naquela noite, sem conseguir ficar parada: Pra acreditar que tudo aquilo ali era mesmo real. E era. Mesmo que só por uma noite, ainda que só através de um olhar, mesmo que só durante aquele show. Ali, no meio de toda aquela alegria, daquela fumaça e daquela gente que não queria nunca mais parar de cantar, ela só conseguia ser feliz pra sempre e querer que aquele pra sempre não acabasse mais.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

ah, o amor...


Porque no fundo, tudo o que queremos é ter de volta aquela sensação do 1º beijo. As mãos suando frio, o tiquetaque do coração, o sorriso nervoso no rosto e a vontade de que aquela alegria não acabe para sempre.




E que nunca seja tarde pra mantermos esse brilho no olhar. Se não é essa a sua busca, então eu não entendo qual é.

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Em tempo: