sexta-feira, 15 de julho de 2011

EatPrayLove

A vida imita a arte imita a vida. E de repente ela se deu conta do que de tão forte chamava a sua atenção naquela cena em especial.



“We can just acknowledge that we have a screwed up relationship. That is not taking us anywhere. Accept that we fight a lot and barely have sex anymore... But we don't want to live without each other. And that way we can spend our lives together... Be miserable... But happy not to be apart...”

Apertou o pause, respirou fundo, caminhou até a cozinha, passou um café. Olhou pro relógio, já passavam das onze e meia. Ficou olhando através daquele líquido espesso que escorria bem devagar e foi aí que ela entendeu tudo.

Tic-tac.

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Sexta-feira e esse sentimento na ponta da língua de que o céu é o limite e é tempo então de libertar as amarras, com carinho especial àquelas imperceptíveis que teimam em se esconder no canto do cisco do canto do olho, impedindo que ele volte a brilhar e que a dança continue.

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And, over a wine, she laughted. Wait for her comeback.